Ruy Belo

Poetas

Rui de Moura Ribeiro Belo, mais conhecido como Ruy Belo, nasceu no dia 27 de fevereiro de 1933, em São João da Ribeira, Rio Maior, Portugal. Apesar do curto período de atividade literária, tornou-se um dos principais poetas portugueses da segunda metade do século XX, tendo as suas obras sido reeditadas diversas vezes e traduzidas para outras línguas.

A produção literária de Ruy Belo durou menos de 20 anos. Sua primeira publicação aconteceu em 1961, aos 28 anos, como o livro “Aquele Grande Rio Eufrates”. Os seus poemas quase sempre cercam temas religiosos e metafísicos, traçando profundas reflexões existencialista.

Em relação às formas poéticas de escrita, Ruy Belo geralmente usa técnicas tradicionais, porém, também mostra um total domínio versilibrista quando adere aos versos livres, dando preferência ao ritmo melódico do poema.

Em 1981 – três anos depois de sua morte – todos os seus livros foram organizados em uma compilação de três volumes sob o título “Obra Poética de Ruy Belo”. Essas publicações foram alvo de revisitação crítica, sendo tratadas como uma das mais novas obras cimeiras da poesia portuguesa contemporânea.

Ruy Belo faleceu no dia 8 de agosto de 1978, em Queluz, Sintra, Portugal.

Poemas de Ruy Belo:

Tem o Amor a Arte de tornar Eterno

Tem o amor a arte de tornar eternoaquele que por amor tem de morrere até de morrer jovem amiúde pois os deuses amamaquele que perece em plena juventudee assim se fixa petrifica e permanece

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Ver-te é Como ter á Minha Frente todo o Tempo

Ver-te é como ter á minha frente todo o tempoé tudo serem para mim estradas largasestradas onde passa o sol poenteé o tempo parar e eu próprio duvidar mas sem pensarse o tempo existe se existiu alguma veze nem mesmo meço a devastação do meu passado

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Contigo Aprendi Coisas tão Simples

Contigo aprendi coisas tão simples comoa forma de convívio com o meu cabelo raloe a diversa cor que há nos olhos das pessoasSó tu me acompanhastes súbitos momentosquando tudo ruía ao meu redore me sentia só e no cabo do mundoContigo fui cruel no dia a diamais que...

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